Na medicina baseada em evidências, estudos clínicos controlados e randomizados (RCTs) têm como características principais a avaliação da eficácia, com resultados que norteiam as principais recomendações para intervenções terapêuticas. Os RCTs têm por característica o rigor metodológico e são desenvolvidos de modo a gerar uma evidência científica robusta.1,2 Entretanto, a tendência à prática de uma medicina mais personalizada aponta o fato de que os pacientes incluídos em RCTs não correspondem necessariamente ao perfil da maioria dos pacientes que se apresentam na prática clínica. Assim, os estudos de vida real avaliam efetividade em populações heterogêneas (porém representativas) e agregam informação aos RCTs.1-4 

Na hipertensão arterial, estudos de vida real confirmam que a valsartana tem eficácia anti-hipertensiva, com excelente tolerabilidade e segurança, altas taxas de controle da Pressão Arterial (PA) e maior adesão ao tratamento, seja em monoterapia, seja em combinação.5,6,7 Adicionalmente, valsartana apresenta efeito cardioprotetor, reduzindo a morbidade e a mortalidade, após infarto do miocárdio, em pacientes com insuficiência cardíaca e com doença arterial coronariana. Ela também tem um efeito protetor em pacientes com diabetes e/ou doença renal crônica, protegendo ainda a função metabólica em pacientes hipertensos de alto risco.

Hoje, mais de cem países comercializam Diovan® (valsartana) e contam com a segurança de prescrever um medicamento que é submetido a rígidos controles de qualidade em todas as etapas.

Descubra mais sobre os
estudos de vida real com valsartana.
Acesse o trabalho na integra.

 

*Dra. Andréa Araújo Brandão (CRM-RJ 52-49672-3) é  Professora titular de Cardiologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). 

Para saber mais sobre Diovan® (valsartana), acesse também os conteúdos: 

  
•    Segurança e qualidade na fabricação de Diovan®  (valsartana)

•    A importância da adesão no tratamento da hipertensão arterial  

Confira a minibula de Diovan!

 

 

Referências: 1. Sherman RE, Anderson AS, Dal Pan GJ, et al. Real-world evidence – what is it and what can it tell us? N Engl J Med. 2016;375(23):2293-7. 2. Brown ML, Gersh BJ, Holmes DR, Bailey KR, Sundt III TM. From randomized trials to registry studies: translating data into clinical information. Nat Clin Pract Cardiovasc Med. 2008;5(10):613-20. 3. Ramagopalan S, Simpson A, Sammon C. Can real-world data really replace randomised clinical trials? BMC Medicine. 2020;18:13-4. 4. Wu J, Wang C, Toh S, Pisa FE, Bauer L. Use of real‐world evidence in regulatory decisions for rare diseases in the United States – Current status and future directions. Pharmacoepidemiol Drug Saf. 2020; doi:10.1002/pds.4962. 5. Diovan®: valsartana [bula de medicamento]. Responsável técnico: Flavia Regina Pegorer. São Paulo: Novartis Biociências S.A., 2018. 6. Black HR, Bailey J, Zappe D, Samuel R. Valsartan: more than a decade of experience. Drugs. 2009;69(17):2393-414. 7. Sison J, Vega RMR, Dayi H, Bader G, Brunel P. Efficacy and effectiveness of valsartan/amlodipine and valsartan/amlodipine/hydrochlorothiazide in hypertension: randomized controlled versus observational studies. Cur Med Res Opin. 2018;34(3):501-15. 7. Abraham I, MacDonald K, Hermans C, et al. Real-world effectiveness of valsartan on hypertension and total cardiovascular risk: review and implications of a translational research program. Vasc Health Risk Manag. 2011;7:209-35. 
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